quarta-feira, 23 de abril de 2008

Raul de Souza

João José Pereira de Souza, mas conhecido como Raul de Souza, nome que adotou por sugestão de Ary Barroso, é um dos grandes nomes do trombone mundial.

Aos 16 anos teve seu primeiro contato com o instrumento, quando tocava na Banda da Fábrica de Tecidos, em Bangu-RJ, de lá foi um passo para as gafieiras e para a sua primeira participação em uma gravação, com a Turma da Gafieira, comandada por Altamiro Carrilho, em 1957. Entre 1958 e 1963, integra a banda da Força Áerea Brasileira, em Curitiba, onde foi levado pelos percalços da vida, pois não conseguia sobreviver diretamente da música. Após seu desligamento do exercício militar, toca na Orquestra da rádio Mayrink Veiga e é convidado por Ségio Mendes para integrar sua banda e excursiona pela primeira vez na Europa.

Em 1965 registra seu primeiro LP como solista, Á Vontade Mesmo, que tem a participação do baterista Airto Moreira, velho conhecido dos tempos em que morou na capital paranaense. Volta à Europa acompanhando Luiz Carlos Vinhas e acaba ficando em Paris por cerca de um ano trabalhando em casas noturnas e clubes de jazz, como o Blue Note, onde tem a oportunidade de tocar com alguns dos grandes nomes do jazz, como o baterista Kenny Clarke.

No seu retorno ao Brasil, integra o grupo RC-7, banda de apoio de Roberto Carlos e forma seu primeiro conjunto, o Impacto 8, do qual fazia parte Oberdan Magalhães e gravam o excelente e "funkeado" álbum International Hot, em 1969. Após um ano viaja ao México e em 1973, convidado por Airto e Flora Purim, então no auge de suas carreiras, realiza uma turnê pelos EUA, onde acaba se instalando e começa a gravar discos, pelo selo Milestones e outros pela Capitol com participações de J.J. Johnson, George Duke, Patrice Rushen, entre outros. Tem seu trabalho e nome reconhecidos, e grava e toca para nomes como Sarah Vaughn, Lionel Hampton, Fredie Hubbard e etc, além dos brasileiros Milton Nascimento e Hermeto Pascoal, por exemplo.

Atualmente vive na França, onde participa de diversos projetos que mesclam música brasileira e eletrônica e inventou o Souzabone, um trombone em dó de quatro válvulas que proporciona maiores recursos.













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terça-feira, 22 de abril de 2008

Breno Sauer

O arcodeonista e vibrafonista Breno Sauer, gaúcho de Porto Alegre, foi um dos instrumentistas mais criativos da "época de ouro" da Bossa Nova, com seus óculos esculos e grande concentração.

Introduziu o vibrafone na música brasileira, com a influência jazzística do Modern Jazz Quartet, e com o acompanhamento de um quinteto, depois quarteto, notável e competente, fez história nas noites do Sul. Radicado em Curitiba por dois anos (1961-1963), se apresentou com muito sucesso na Boate Marrocos, com seu som suave e dançante.

Em 1967, surgiu um convite de uma turnê com o seu conjunto, juntamente com o pianista Primo Jr. para o México, acabou ficando cinco anos por lá, até que em 1974 fixou residência em Chicago, nos Estados Unidos e consolidou uma bela carreira, junto com a sua mulher e cantora Neusa, formando um conjunto de músicos de várias nacionalidades, com os quais gravou quatro álbuns independentes e o ótimo "Tudo Jóia", pela Pausa Records. Nos anos 60, gravou conceituados LP's para as gravadoras CBS e Musidisc, que o selo inglês Whatmusic vêm relançando em cd e em vinil.













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terça-feira, 15 de abril de 2008

Sharon Jones



Sharon Jones nasceu em 4/05/1956, na Georgia (EUA), e se mudou ainda criança, para Nova York, onde começou a cantar em corais de igreja, na adolescência foi backing vocal de bandas de funk e disco.

Depois de muitos bailes, não conseguiu um contrato para produzir um disco próprio, a cantora relembra: "Ninguém me aceitava na indústria da música. Diziam que eu era muito negra, que eu era muito gorda...Diziam que eu era muito nova, que não era bonita o suficiente".


Aos 25 anos, largou a música e foi procurar fazer outras coisas como, carcereira de um presídio em Nova York e segurança de carro-forte da Wells Fargo Bank. Em 1996, surge uma oportunidade, ela foi indicada por seu ex-marido, um saxofonista, a fazer backing vocals em um disco de Lee Fields, dos produtores da Desco Records, que agora se chama Daptone
Records e que funciona como uma Motown moderna, e onde também se encontrou com o pessoal da banda Dap-Kings, e recomeçou sua carreira musical gravando dois bons álbuns, que chamaram a atenção do produtor Mark Ronson e Amy Winehouse, que contratou a banda para gravar o mega-sucesso "Back To Black", lançado pela cantora britânica em 2006. Sobre este episódio ela diz: "Ela e Ronson chamaram minha banda para tocar com eles. Porque eles perceberam que o som que fazemos é único. Não fico enciumada, foi importante o que ela fez, sim. Fico orgulhosa que nossa música tenha recebido essa repercurssão".

O som da banda é uma soul music dos anos 1960, eles apenas gravam com instrumentos analógicos, em fita rolo e sem nenhum tipo de
sintetizadores e softwares, como se fazia antigamente, e que pode ser conferido no mais novo trabalho de Sharon Jones "100 Days, 100 Nights" (Daptone Rec), lançado em 2007, e no clipe (no alto deste post) em clima "vintage", e a capa que nos remete as grandes cantoras como Etta James e Dinah Washington.













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sábado, 12 de abril de 2008

Alan Goraguer - La Planète Sauvage (1973)

Trilha sonora do filme de animação La Planète Sauvage (O Planeta Fantástico), longa-metragem lisérgico produzido entre a Tchecoslováquia e a França, dirigido por René Laloux e agraciado com o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cannes daquele mesmo ano. A estória é baseada na novela Oms en Série, do escritor francês Stefan Wul.

Alan Goraguer, pianista, arranjador e compositor francês, foi o músico escolhido para produzir esta trilha que mistura música barroca com guitarras wah wah, clavinetes e orquestrações com grooves densos e sombrios, que faz este disco essencial e misterioso. Big Pun e Quasimoto foram alguns dos artistas que samplearam "Le Bracelet", principal tema da película.


"Num planeta chamado Ygam, vivem os Draags, raça de gigantes azuis de mais de dez metros de altura. Seres humanos, resgatados de uma Terra devastada, servem de animais de estimação para as crianças Draag. O Planeta Selvagem conta a história do humano Terr, e através dele vamos descobrindo a civilização ao mesmo tempo estranha
e familiar do povo Draag. O planeta selvagem do título é um satélite de Ygam, para onde viaja a consciência dos Draags durante a meditação, uma atividade sagrada para eles. Lá acontece um fenômeno mágico fora do alcance e da compreensão dos humanos - até que Terr e sua tribo, ao final da história, descobrem o segredo e o usam como arma de libertação. O filme apresenta uma animação simples e pouco fluida, mas com desenhos de sombreados detalhados e backgrounds imaginativos. Uma planta sádica que mata passarinhos só por diversão e um tamanduá voador que come humanos em vez de formigas são somente dois exemplos entre muitos numa flora e fauna alienígena divertida e desconcertante.


A ficção-científica é aqui muito mais ficção que científica, e as maravilhas tecnológicas dos Draags não são explicadas e passam por vezes para o terreno da fantasia. A narrativa de O Planeta Selvagem é simples, quase em tom de fábula. Pouco a pouco, vamos descobrindo que por trás da estranheza do cenário e da civilização alienígena, temos seres com as mesmas paixões e as mesma fraquezas que nós. Os Draags são tão humanos em seu comportamento quanto seus humaninhos de estimação. E no conflito entre dominadores e dominados, O Planeta Selvagem mostra que os pequenos sempre podem vencer os grandes. Ao menos nas telas dos cinemas.”

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Ananda Shankar

Ananda Shankar (1942-1999), músico hindu e sobrinho do mítico Ravi Shankar, também como seu tio, tocava "sitar" - que não aprendeu com ele, mas sim com o renomado mestre Lalmani Mirsa.

Nos anos 60 viajou aos E.U.A., e tocou com músicos como Jimi Hendrix. Em 1970 gravou seu primeiro álbum para a
Reprise Records, com um repertório que misturava a música clássica da Índia com o rock dos Rolling Stones e The Doors.

Em meados dos anos 70 volta para seu país e continua experimentando a fusão das suas raízes hindu com outros estilos ocidentais. Com uma sonoridade jazz-funk, registra em 1975 o aclamado "Ananda Shankar And His Music", uma sensacional panelada sonora com sitar, tablas, mridangam, sintetizadores moog e guitarras distorcidas em clássicos como Streets of Calcutta, Dancing Drums, The Lonely Rider, Back Home entre outras, é o Bollywood Funk!!!

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quinta-feira, 10 de abril de 2008

Manfredo Fest

Gaúcho de Porto Alegre (13/05/1936), sua família era de músicos, e começou sua carreira tocando em bailes e reuniões, eximino pianista - influenciado pelo jazz, formou-se em 1961 pela UFRGS, mesmo ano em que se transferiu para São Paulo, onde começou a tocar com pessoas ligadas à Bossa Nova.

Na capital paulista, formou seu primeiro trio e se apresentou nas mais famosas boates e night clubs, em 1962, pela RGE, grava seu primeiro LP, e nos dois anos subseqüentes, lança mais dois trabalhos, até que em 1965, ganha a incumbência de registrar sucessos dos Beatles em ritmo de samba, constituindo-se em um enorme sucesso de sua carreira. Como convidado de Sérgio Mendes atuou como tecladista e arranjador do grupo Brasil 66 em shows e gravações, para logo depois fixar residência em Los Angeles e continuar sua carreira formando outros conjuntos, entre eles o Batucada, fazendo uma fusão do jazz com o samba, excursionando pelos Estados Unidos e Europa, gravando discos de forma independente e para o selo Concord Jazz, sempre com a parceria da sua mulher e cantora Lili Fest, até partir em 8/10/1999.













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terça-feira, 8 de abril de 2008

Conjunto Melódico Norberto Baldauf

Norberto Baldauf, pianista e farmacêutico, está há mais de 50 anos à frente de seu Conjunto Melódico. Começou tocando piano na Casa Beethoven, na Galeria Chaves, centro de Porto Alegre, para estimular a venda das partituras que lá eram vendidas.

O primeiro baile com o conjunto foi em 17 de maio de 1953, na Faculdade de Arquitetura da UFRGS, ainda como quinteto. Posteriormente foi ampliado para octeto, e um dos pioneiros do formato "melódico" (grupos menores com sonoridade mais suave, em oposição às numerosas e mais barulhentas orquestras), inspirando a proliferação de quase uma centena de escretes similares até o final dos anos 60.

Na década de 50 os integrantes da turma eram: Norberto Baldauf (piano), Raul Lima (guitarra) - ambos na equipe até hoje - Victor Canella (acordeon), Leo Velloso (contrabaixo e gerência), Porto Rico (bateria), Wilson Baraldo (bateria), Fausto Touguinha (ritmo), Luiz Octávio (crooner) e Renê Martins (crooner). Nos anos 60, entraram Edgar Pozzer (crooner), Leo Belloni (bateria), Helio Santos (vibrafone) e Heitor Barbosa, além de uma participação-relâmpago da lady-crooner Elis Regina em três bailes.

Baldauf e cia. excursionoram pelo Interior, Região Sul e países-vizinhos, atuaram pelas rádios Gaúcha, Farroupilha e Guaíba, foram um dos pioneiros da TV Piratini e gravaram 15 discos pelos selos Odeon, Philips e Continental. Também têm sua história narrada no livro Week-End no Rio – Cinco décadas (e meia) do Conjunto Melódico Norberto Baldauf, (edição do autor, Porto Alegre 2007), escrito pelo jornalista Marcello Campos.
























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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Tony Bizarro - Nesse Inverno (1977)

Luís Antonio Bizarro, dono de uma voz potente, começou sua careira no final dos anos 60, em dupla com seu parceiro Frankye, que pela CBS gravaram um LP em 1971. Depois, já em carreira solo, criou um projeto com o baixista Carlos Lemos e o guitarrista Robson Jorge, chamado Som Colorido, e um compacto editado em 1972, com uma sonoridade lisérgica, muito ousado, mas sem a aceitação do público.

Trabalhou como produtor e executivo de gravadora até 1977, quando resolveu registrar seu primeiro álbum solo,
Nesse Inverno, que marcou a primeira reunião da festejada dupla Lincoln Olivetti/Robson Jorge, e fez relativo sucesso com músicas como "Vai Com Deus" e "Não Vai Mudar".

Se afastou da carreira artística para voltar com as suas obrigações de executivo, mas em 1983 ao lado de Olivetti, após uma blitz policial, retornou as paradas com o single "Estou Livre", e só em 1989 voltou a gravar na coletânea
Alma Brasileira, com outros expoentes do soul brasileiro como Lady Zu, Luis Vagner e Toni Tornado. Atualmente está divulgando seu novo trabalho, o cd "Estou Livre", com shows marcados inclusive no México.

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Tony Bizarro - Estou Livre

Os Infernais da Bossa - É Balanço

O obscuro e raro grupo brasileiro de música instrumental, Os Infernais da Bossa, lançou pelo selo Êxitos o LP "É Balanço", sem data. No repertório são interpretados versões, sob a regência do Maestro Nelsinho, de clássicos da Bossa Nova em arranjos brejeiros, propícios para um fim de tarde. Os integrantes são: Ed. Maciel (trombone), Mozart (pistom), Juarez Araújo (sax tenor), Astor Silva (trombone) e Sandoval (piano), enfim, uma elite de músicos que participa desse balançado disco.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Alex Malheiros - Atlantic Forest (1985)

Alex Malheiros, é contrabaixista e também integrante da banda Azymuth. No ano de 1985 gravou pela Milestone Records, o LP "Atlantic Forest", inspirado nas florestas brasileiras. Registrado no Rio e nos Estados Unidos, conta com a participação dos músicos Ion Muniz, Marcos Resende, Picolé, Ivan Conti, Zezinho, Getúlio Pereira, Nivaldo Ornelas, José Luiz Duarte, Café e outros.

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Ivan Conti - The Human Factor (1984)

O baterista Ivan Conti, também conhecido como Mamão, do grupo Azymuth, registra em 1984, pela Milestone Records, seu álbum solo "The Human Factor". Gravado no Rio de Janeiro e com acompanhamento de um timaço de músicos, como Reginaldo Pi, Arturzinho, Zizinho, Serginho, Marcio Montarroyos, Bidinho, José Carlos Bigorna, Victor Biglione e outros.

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Pau Brasil - O Samba e Suas Origens (1978)

O Samba e Suas Origens, lançado em 1978 pelo selo Beverly, da Copacabana Discos, é o primeiro LP do grupo Pau Brasil, e nele está incluído grandes sucessos como "Grama Verde", "Massagem" e "Não Diga Não", e outros excelentes sambas como "Não Deixa a Peteca Cair" e "Passa a Bola Maromba", disco essencial para os amantes do sambarock-suingue.

sábado, 29 de março de 2008

Luis Vagner

O "Guitarreiro Gaúcho", que inclusive foi homenageado por Jorge Ben, em 1981, nasceu em Bagé (RS), e nos anos 60 em Porto Alegre, formou a banda The Jetsons, que se apresentava nos bailes da cidade. Em 1966, desembarcaram em São Paulo com o nome de Os Brasas e gravaram um disco. Com o fim do grupo, caiu na estrada e morou no mítico Solar da Fossa, em Botafogo no Rio de Janeiro, e também gravou alguns singles, até lançar pela Chantecler em 1974, o álbum "Simples", misturando samba, chula e rock. "Só que Deram Zero pro Bedeu", "Olha o Pedágio", "Você Já Viu Né" e "Nega Véia", são algumas das boas músicas deste seu LP de estréia. Em 1976 registrou pela Continental, o álbum "Guitarreiro", seu terceiro trabalho, que passeia por vários ritmos, inclusive o reggae, destaque para as faixas "Guitarreiro" e "Lá no Partenon"- bairro onde morou em na capital gaúcha. Tocou, produziu e compôs para Simonal, Toni Tornado, Lady Zu, entre outros e teve sucessos com "Segura a Nêga" - parceria com Bebeto e "Camisa 10 ", com Hélio Matheus.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Bedeu - África no Fundo do Quintal (1983)

Bedeu ou Jorge Moacir da Silva, nascido em 4 de dezembro de 1946 em Porto Alegre, é um dos ícones do sambarock no Brasil. Em 1969 foi morar em São Paulo e lá começou sua careira musical profissional, onde atuou como baterista em boates e gravações . Com a formação do grupo Pau Brasil, já na capital rio-grandense, em vez da bateria, utilizaram o som do surdo com a timba, criando um estilo próprio, mais próximo do candombe uruguaio.

Em 1983, registra seu primeiro disco solo, "África no Fundo do Quintal", uma obra-prima do gênero, LP lançado pela Copacabana, que conta com uma bela regravação de "Grama Verde", e pérolas como "Índia Negra", "Zimbabwe" e "Tá na Hora".

Infelizmente partiu em 05 de agosto de 1999, mas deixou grandes canções com a sua assinatura, e foi gravado por artistas
como Jair Rodrigues, Wilson Simonal, Branca Di Neve e Bebeto, que registrou nada mais nada menos que treze canções, ente elas ""Nega Olívia" e "Menina Carolina".
http://www.mediafire.com/?f10ddxvtmxy

Pau Brasil (1980)

Segundo LP do clássico grupo de sambarock porto-alegrense Pau Brasil, formado por volta de 1975, com Bedeu (violão e percussão), Alexandre (violão e baixo) e Leleco Telles (pandeiro e timbales). Neste disco tem a participação dos músicos Nego Luis (percussão) e Sérgio Lenke (teclados e baixo), a produção ficou a cargo de Marcus Vinicius e a produção artística do tropicalista Manoel Barenbein. Lançado pela Continental em 1980, com todas as músicas de autoria do grupo, tem sucessos como "Kid Brilhantina" - posteriormente gravado pelo cantor Branca Di Neve, e suingues como "Tribo Guerreira", "É Lá na Ladeira", "Pau Brasil" e "Não Perca Tempo".

terça-feira, 25 de março de 2008

Charles Earland


Tecladista, saxofonista e compositor de jazz/soul, nascido na Philadelphia em 1941, acabou falecendo em dezembro de 1999. Suas primeiras gravações foram feitas nos anos 60 com Lou Donaldson, até que em 1969, gravou seu primeiro álbum-solo, chamado Black-Talk. Até o fim de sua carreira, gravou mais de trinta discos, incluisve trilhas sonoras de filmes como Dynamite Brothers (1972), sempre com muito groove e cercado de bons músicos, como Grover Washington Jr., Eric Gale, entre outros grandes nomes. Vale a pena conferir os discos disponíveis de Charles Earland.












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sábado, 15 de março de 2008

Dom Salvador e Elis Regina - Uma Vida (Elis Epecial)

Dom Salvador, grande pianista brasileiro radicado em Nova York desde 1973, e como quase todos os instrumentistas nacionais, sofre de esquecimento, mas os seus LPs são disputados a tapa pelos amantes de samba e jazz.

Começou a se destacar nos fervilhantes anos 60 com o Rio 65 Trio, formando logo depois o Salvador Trio, gravando dois discos com cada um desses trios, e também participou de inúmeras gravações com a nata da MPB. A partir de 1969 começou a introduzir influências da soul music em seus trabalhos, culminando com dois excelentes discos "Dom Salvador [1969]" e o clássico "Som, Sangue e Raça [1971]", com acompanhamento da banda Abolição, embrião da Banda Black Rio.

No vídeo, Dom Salvador e Banda Abolição fazem uma participação no Programa Elis Especial de 1971, onde a cantora os recebe e cantam a clássica "Uma Vida".













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Don Beto - Nossa Imaginação [1978]



Don Beto, veio do Uruguai e se tornou um dos percusores da soul music no Brasil. Em 1978 embalado pelo sucesso da balada "Pensando Nela", presente na trilha sonora da novela Dona Xepa [1977], gravou pela Som Livre seu disco-solo. Nossa Imaginação conta com arranjos do mago Lincoln Olivetti, e boas músicas como "Não Quero Mais", "Tudo Novamente" e "Renascendo em Mim". Este Lp foi premiado com o Globo de Ouro em 1979, e foi editado em cd no ano de 2006.

baixe aqui: http://www.4shared.com/dir/4346914/af8a4bf5/Don_Beto_-_Nossa_Imaginacao_1978.html

D'Angelo [1970]


Pouco se sabe sobre este obscuro conjunto, mas seu balanço instrumental faz muito sucesso entre os "grooveiros" de plantão. O repertório deste LP é baseado na cena sambasoul do começo da década de 70, com músicas que fizeram sucesso nas vozes de Tim Maia - cinco, Cassiano, Jorge Ben e Toni Tornado.

01 - Coroné Antônio Bento (Luis Wanderley / João do Vale)
02 - Padre Cícero (Tim Maia / Cassiano)
03 - Curto de Véu e Grinalda (Moraes Moreira / Galvão)

04 - BR 3 (Antônio Adolfo / Tibério Gaspar)
05 - Agora (Ivan Lins / Ronaldo Monteiro de Souza)
06 - Eu Também Quero Mocotó (Jorge Ben)
07 - Cristina (Carlos Imperial / Tim Maia)

08 - Primavera (Cassiano / Silvio Rochael)
09 - Procurando Tú (Antônio Barros / J. Luna)
10 - Azul da Cor do Mar (Tim Maia)


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quarta-feira, 5 de março de 2008

Tesouro Racional

Tudo começou no ano de 2000, quando Dudu Marote produzia o disco do AfroReggae, o engenheiro de som William Junior, que trabalhava junto na produção, disse para ele que havia trabalhado com Tim Maia em seus últimos discos e tinha alguns antigos tapes originais em casa. O pai de William era dono de um estúdio no Rio nos anos 70, Tim gravou lá e sem mais nem menos, abandonou esses tapes e as gravações. Marote pediu esses originais e constatou que era um material inédito da fase Racional de Tim Maia, eram tapes de oito canais de uma polegada, que o produtor mixou no Pro Tools. Ofereceu essas músicas a algumas gravadoras, mas como nenhuma se interessou em lançá-las, acabaram ficando guardadas, pois agora vazaram na net e estão a disposição do mundo.

Tratam-se de cinco músicas, sendo Escrituração Racional em dois takes, You Gotta Be Rational, Universo Em Desencanto Disco e Brasil Racional, todas com os nomes dados por Dudu Marote, já que não haviam etiquetas nas fitas. Há uma lenda que talvez existam mais três músicas inéditas.

Escute aí o que foi batizado como Tim Maia Racional - volume 3.
http://www.4shared.com/file/39407141/5e02254f/1976_Tim_Maia_Racional_Vol_3.html